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Capítulo 06 — Reviravoltas

 Imediatamente me abaixei novamente.

"Assim que eu quitar minha dívida com o Tio Lilius, viverei tão silenciosamente quanto uma morta. Vovô! Prometo me portar com a graça e a dignidade de uma verdadeira dama, enquanto cuido dos servos do Castelo!" 

O castelo era imenso, claro, mas também era decrépito e repleto de correntes de ar! E lenha custava uma fortuna! 

"Juro que nunca mais causarei problemas, então, por favor, revogue meu confinamento indefinido...!" 

Silêncio. 

Nenhuma resposta veio. Cautelosamente, ergui os olhos — e encontrei o olhar do Grão-Duque, que se recostava na cadeira, me analisando. 

"Lilius." 

"Sim... Pai." Lilius, ao meu lado, estava lívido. Mas a expressão do Grão-Duque Frazier não suavizou nem um milímetro. 

"A supervisão das crianças não foi confiada inteiramente a você e à sua esposa?" 

"Sim, Pai... Isso é correto..." respondeu Lilius, a voz trêmula. Como filho caçula do Grão-Duque, Lilius herdou o título de Visconde. Junto com a esposa, ele administrava metade dos assuntos da família Frazier. E gerenciar metade dos assuntos internos do Ducado — cuja riqueza rivalizava com a da Família Imperial — era como ter uma padaria onde se assava pão feito de ouro todos os dias.

'Mas por que ele está sendo tão severo com o Lilius? Ele fez algo errado?' 

Minha pergunta foi respondida no instante seguinte. 

"Tulia Frazier foi colocada em confinamento há três anos. Por que uma sentença de apenas um mês ainda está em vigor?" 

"I-isso é..." 

"E transformada em confinamento indefinido, ainda por cima?" 'O quê?' Diante das palavras do Grão-Duque Asis Frazier, encarei Lilius, incrédula.

Certo, foi há três anos que eu, Tulia, causei um grande incidente e fui punida com prisão domiciliar. E desde aquele dia, nunca foi levantada.

Como resultado, Tulia, já pobre, tornou-se ainda mais dependente e submissa a Lilius.

Mas tudo isso… era mentira de Lilius?

Ele nem conseguia me encarar. Apenas ficou lá, suando frio, com o rosto fantasmagoricamente pálido.

“Você estava desviando o orçamento de Tulia Frazier?”

“D-deve haver algum engano!”

“Engano?”

“Sim, Pai!”

"Então, por que Tulia Frazier acredita que este depósito é um castelo?" Até eu pisquei, confusa. Este lugar... não era um castelo? Era apenas um depósito? Lilius calou-se imediatamente. Ninguém na sala ousava respirar. 

E pensar que usavam uma estrutura tão imensa apenas como depósito... Não é à toa que dizem que a riqueza dos Frazier rivaliza com a da Família Imperial. 

'Mas então, por que alguém tão poderoso quanto o Grão-Duque estava jantando silenciosamente num depósito sem dizer uma palavra?' 

"Sua esposa afirmou que Tulia Frazier estava sendo desobediente e fez um escândalo, gritando que preferia viver no depósito a voltar para a propriedade principal." 

O olhar do Grão-Duque era cortante. 

"Disseram que ela até espumou pela boca quando tentaram trazê-la de volta, não foi?"

'Ah. Então essa foi a desculpa que inventaram.' 

Lilius agora estava encharcado de suor frio. "Deve ter havido um mal-entendido. Pai, nem eu nem minha esposa jamais dissemos a Tulia que este lugar era um castelo." 

Lilius virou-se para mim, um sorriso forçado estampado em seu rosto pálido. 

"Tulia, por que você pensaria uma coisa dessas? Hm? Alguma pessoa mal-intencionada deve ter te enganado! Diga o nome e eu os punirei imediatamente!" 

"O senhor promete?" Perguntei com um tom esperançoso, e Lilius respondeu, afobado.

“C-claro.”

Ele não fazia ideia de quanto tempo eu esperava por isso.

Olhei novamente para o Grão-Duque Asis.

Seus olhos ainda eram aterrorizantes, e meu coração encolheu ao vê-los—mas eu não podia deixar essa oportunidade escapar. Eu estava com frio demais, com fome demais.

O Grão-Duque Frazier detestava quem delatava familiares. Mas, instintivamente, eu sabia que aquela era minha única chance de fazer exatamente isso: expor a verdade usando as próprias palavras do agressor. Sim. Vamos lá. 

Mordi com força o interior da minha bochecha. Sentindo o gosto metálico de sangue na boca, comecei a repetir em voz alta, palavra por palavra, os insultos que Tedric havia me lançado naquela manhã:

"O que foi? Está me olhando como um mendigo prestes a ser chutado?" 

O silêncio no salão era absoluto.

"É verdade que seu pai te abandonou." Continuei, minha voz tremendo ao recitar a crueldade dele. "Então por que agir toda piedosa e fazer aquele escândalo no banquete? É por isso que o Vovô te deu prisão domiciliar indefinida."

Os olhos do Grão-Duque Asis Frazier, fixos em mim, começaram a brilhar com um reflexo inescrutável. Ele entendeu. Sim — aquelas não eram minhas palavras. Eram as de Tedric.

"É de conhecimento geral que sua mãe traiu seu pai para ter você. Alguém da sua laia ousar se colocar acima de mim... que ridículo..."

CRASH! 

O estrondo de uma cadeira caindo ecoou atrás de mim. Olhei para trás. O rosto de Tedric Frazier alternava entre o vermelho da fúria e a palidez do pavor ao se ver exposto.

Quando nossos olhos se encontraram e eu lancei um olhar provocativo, ele perdeu o controle e apontou o dedo para mim. 

"V-Você...!" 

"Tedric Frazier!" Uma voz estrondosa, capaz de sacudir as fundações da sala, silenciou tudo. Levei um susto e caí sentada no chão, mas Tedric perdeu totalmente a força nas pernas e desabou. O Grão-Duque Asis Frazier havia se levantado e agora encarava Tedric com uma aura aterrorizante. 

"V-Vovô..." 

"Não preciso interrogá-lo para saber se é verdade." 

"N-Não foi isso que eu quis dizer...!" O Grão-Duque avançou e estendeu a mão para o pescoço de Tedric. Em um movimento rápido e brutal, arrancou o pequeno pingente que estava pendurado ali. 

"P-Pai!" Lilius gritou, horrorizado. Era o Colar da Linhagem Direta. Assim como uniformes indicam a afiliação em uma organização, as famílias nobres possuem joias exclusivas que simbolizam sua linhagem e autoridade.

Os descendentes diretos da família Frazier recebem esse colar precioso em sua estreia na sociedade, aos dezesseis anos. Ter tal joia confiscada significava apenas uma coisa... 

"Sua autoridade como descendente direto está revogada até segunda ordem." O Grão-Duque sentenciou com uma voz mais fria que o gelo absoluto. "Entendeu?" 

Tedric sequer conseguiu formular uma resposta — apenas tremeu e assentiu debilmente com a cabeça. Diante daquela ordem, que soava como uma condenação indefinida, os servos prontamente escoltaram Tedric para fora. Ele parecia tão miserável sendo quase arrastado que até Lilius inventou uma desculpa rápida e bateu em retirada. 

Fiz uma reverência profunda ao Grão-Duque e aproveitei a deixa para sair discretamente. 

Se ele decidisse me parar para um interrogatório particular naquele momento, eu provavelmente desmaiaria de verdade. Felizmente, ele não o fez. Muita coisa havia acontecido em pouco tempo. Embora eu tivesse alcançado meu objetivo, estava drenada, exausta até os ossos.

Eu só precisava descansar. 

Assim que voltei ao meu quarto e me enfiei debaixo das cobertas, caí num sono profundo e sem sonhos. Para minha sorte, ninguém ousou me incomodar.

⭘⬤⭘

No Dia Seguinte

'Nem café da manhã vão me servir agora?' 

A visão da mesa vazia, tão diferente do banquete da noite anterior, fez meu sangue ferver. Mas, estranhamente, senti uma onda de energia. O orçamento mínimo seria restaurado agora. 

Eu não precisava mais pisar em ovos perto de mordomos e criados. Abri a porta do quarto com toda a indignação de quem vai exigir seus direitos — e quase caí para trás. Uma figura totalmente inesperada montava guarda ali. 

"Já está acordada, Lady Tulia?" 

"...Luke?" O homem de meia-idade me olhou com uma leve surpresa. "A senhorita sabe meu nome?" 

"Claro que sei." Depois de jogar centenas de vezes, era impossível não saber. Luke Kelposher — o assistente pessoal do Grão-Duque Asis Frazier. Ele estava na casa dos cinquenta anos e sua fama de ter sido incrivelmente belo na juventude não era exagero; ele ainda emanava uma aura nobre e distinta. 

Um estrategista brilhante, geralmente frio e leal apenas ao Grão-Duque. E o mais importante: No jogo, ele era o personagem mais fácil para a Tulia ganhar favor. Ele era uma das poucas pessoas que se importavam mais com a Tulia do que com a Korico. Provavelmente devido à sua lealdade inabalável à linhagem Frazier — ele valorizava mais a neta de sangue do que a "futura nora" que vinha de fora. 

Mesmo quando o mundo inteiro do jogo desprezava Tulia, Luke Kelposher era o único que mantinha a cortesia com ela até o fim.

"Pode falar à vontade, Lady Tulia. Vim entregar uma ordem de Sua Graça, o Grão-Duque." 

'O que será que o Vovô mandou dizer...?' Fiquei tensa, prestes a perguntar qual era a ordem, mas uma intuição me fez mudar o rumo da conversa. 

"O senhor estava esperando aqui na porta esse tempo todo?" 

"Sim." 

"Há quanto tempo?" 

"Aproximadamente duas horas." Senti uma pontada de simpatia. Até poucos dias atrás, eu passava nove horas em pé trabalhando em bicos só para pagar o aluguel da minha kitnet. "Deve ter sido cansativo para o senhor."

Luke piscou algumas vezes, como se não esperasse ouvir essas palavras. Então, um leve sorriso gentil se espalhou por seus lábios.

"Afinal, é uma ordem de Sua Graça, o Grão-Duque. Ainda assim, obrigado pela preocupação, Senhorita." Ele continuou, entregando-me um documento. "Sua Graça a convocou para a propriedade principal. A partir de agora, a Senhorita residirá lá. É impensável que uma descendente direta da família Frazier viva em um lugar tão decadente..." 

Luke interrompeu a si mesmo no momento certo e estendeu a mão enluvada em minha direção. Sua postura era cortês e ereta, lembrando a de um cavaleiro empunhando sua espada. 

"Vamos?"

Foi uma sensação estranha.

Além da percepção de que este era um mundo novo e com novos costumes, senti uma súbita sensação de segurança. Era uma emoção tão estranha que até parecia desconhecida.

Quando eu havia sido expulsa e vivia em um apartamento de estúdio, estava constantemente ansiosa, com medo de que meus irmãos aparecessem a qualquer momento e causassem problemas.

Seria porque fazia tanto tempo desde que alguém me tratou com respeito?

Ou talvez porque este homem fosse, de algum modo, um escudo protetor enviado pela família de Tulia?

Enquanto segurava a mão de Luke e caminhava com ele, comecei a me sentir estranhamente revigorada.

‘Oh. Eu realmente me sinto como uma dama agora.’

Por causa da enorme confusão de ontem, Lilius nem conseguiu reivindicar o primeiro andar, que ele havia reformado às pressas com seu próprio dinheiro.

Ao contrário do segundo andar decadente, o primeiro andar estava brilhante e bonito. A diferença entre o sótão miserável e o castelo da Cinderela era imensa — graças a isso, meu coração batia acelerado como se eu tivesse sido enfeitiçada no breve momento em que desci as escadas.

Claro, eu ainda estava de pijama e chinelos, o retrato de um completo desastre. 

"Lady Tulia, notei ontem que a senhorita se referiu a Sua Graça, o Grão-Duque, como 'Vovô'." 

"Bem, eu não poderia chamá-lo de 'Vovôzinho', poderia?" Diante do meu olhar questionador, Luke soltou uma risada leve. 

"Não, é apenas que... fazia muito tempo que eu não ouvia esse tratamento." Luke parou por aí e se calou. Mas o leve sorriso que restou em seus lábios deixava claro que ele estava satisfeito. Só compreendi o significado de suas palavras um instante depois. 

'"Ah, é mesmo. Na Casa Frazier, os netos tradicionalmente não chamam o Grão-Duque de 'Vovô'." A maioria dos nobres do império refere-se aos progenitores com extrema formalidade. A própria Família Real utiliza termos como "Vossa Majestade, o Pai". 

E a Casa Grão-Ducal Frazier, sendo uma potência equivalente à família imperial — afinal, existe apenas um Grão-Duque em todo o reino —, segue essa mesma rigidez. 

Por isso, os outros filhos do Grão-Duque Asis Frazier o tratam respeitosamente por "Pai" ou "Vossa Graça", curvando-se e bajulando, exatamente como Lilius fez ontem. É a etiqueta de ferro daquela casa. Mas havia exatamente uma pessoa que ousava quebrar essa regra. 

O Marquês de Frazier. O pai de Tulia. 

Para constar, a relação entre o Grão-Duque Asis e o Marquês Frazier era péssima. Eles não pareciam pai e filho — pareciam inimigos mortais. "Quando um tigre começa a perder os dentes, ele não consegue administrar nem a própria casa direito."

Não havia ninguém no império que ousasse falar assim com o temível Grão-Duque Asis Frazier — exceto o pai de Tulia, com sua língua ferina. Um homem com essa personalidade jamais seria polido com o Grão-Duque, então, naturalmente, ele não usava títulos respeitosos. 

'Então é por isso que Luke disse que fazia tempo que não ouvia um tratamento familiar.' 

Decidi que, mesmo quando encontrasse o Grão-Duque novamente, não mudaria a forma de chamá-lo. Afinal, as pessoas já duvidavam sutilmente se Tulia tinha mesmo o sangue dos Frazier; afirmar meu parentesco chamando-o de "Vovô" era uma jogada necessária.

Se eu conseguisse demonstrar que puxei ao Marquês Frazier até nessas pequenas coisas, isso só me traria benefícios — jamais prejuízos. 

'Se o Grão-Duque realmente tivesse considerado isso um desrespeito, com aquele gênio dele, já teria mandado cortar minha cabeça ali mesmo.' 

Agradeci aos céus por ela ainda estar sobre o pescoço. Embora eu não pudesse ter certeza de quando a janela de status tentaria me decapitar novamente... 

Pigarreei, constrangida, enquanto olhava de relance para meu atributo de Riqueza, que ainda piscava em números negativos. 

"Ahem, Luke." 

"Sim, senhorita?" 

"Então, quando meu orçamento voltará a ser repassado corretamente?" 

"A senhorita saberá assim que chegarmos à propriedade principal." 

De fato, o assistente-chefe do Grão-Duque não havia mentido. Não havia montanhas de tesouros empilhadas no meu novo quarto, nem nada do tipo. No entanto, vários documentos grossos estavam dispostos sobre a mesa de madeira maciça. Como os números eram minha prioridade absoluta, corri até eles assim que fechei a porta atrás de mim. Abri cuidadosamente os envelopes espessos e comecei a ler o conteúdo com voracidade.

‘Estou tão feliz por conseguir entender.’

Enquanto lia a caligrafia pequena e complexa linha por linha, meus olhos se arregalaram ao chegar ao final.

“Um, dez, cem, mil, dez mil, cem mil, milhão, dez milhões, cem milhões, bilhão…”

Um número astronômico, de deixar o coração acelerado, estava escrito no documento.

Puxei rapidamente a nota promissória que recebi do Visconde Lilius. Os prazos eram apertados — pouco antes da transferência total da propriedade da terra.

No momento em que entreguei o documento lacrado para o assistente que Luke havia deixado para trás, a janela do sistema começou a brilhar diante dos meus olhos.

[Sistema] Riqueza -8 alcançada!
[Sistema] Riqueza -7 alcançada!
[Sistema] Riqueza -6 alcançada!
[Sistema] Riqueza 0 alcançada!

Quanto dívidas eu tinha, que mesmo com tanto dinheiro, minha riqueza ainda não chegava a 1?

Balancei a cabeça em descrença.

Nesse instante, um efeito colorido em arco-íris preencheu minha visão por um momento.

[Sistema] Bônus de subida de classificação: 1.000 moedas concedidas.
[Sistema] Moedas em posse: 0 → 1.000
Classificação geral atual: F

⭘⬤⭘

Ao longo de seu tempo portando o título de Grão-Duque, ele já havia sido inundado com mais súplicas e subornos do que poderia contar. 

Mas, em toda a sua vida, jamais recebera algo tão pequeno e singelo quanto aquela cesta. O que diabos era aquilo? Quase sem perceber, o Grão-Duque Asis Frazier levantou o pano para espiar o interior. 

Um sorriso raro surgiu no canto dos olhos de Luke Kelposher, por trás de seu monóculo. Era geleia caseira.


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