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Capítulo 80 — Minha Obsessão

 Quando ela abriu os olhos novamente, Inês se viu em uma banheira. Piscando, ela olhou ao redor do banheiro agradavelmente perfumado. Um longo suspiro de constatação escapou de seus lábios; aquilo não era um sonho. Seu corpo imerso em água morna, braços robustos que envolviam sua cintura, e sua testa descansava contra um peito firme. Cada sensação a trazia de volta à realidade.

Levantando a cabeça ligeiramente, ela murmurou:

— Cássel...

— Você está acordada.

Os lábios dele traçaram um caminho ao longo da curva do ombro dela acima da água antes de roçar o lóbulo da orelha com uma mordida delicada, provocando um gemido suave e lânguido dela.

Sentada no colo dele, de frente para ele, Inês percebeu que a conexão íntima deles permanecia ininterrupta. Tudo o que mudara do que ela se lembrava por último era a localização — do sofá para a banheira. Memórias de sua relação frenética inundaram de volta — inicialmente contra a parede, roupas ainda aderindo, depois o despir frenético que levou a outra rodada acalorada no sofá.

A lembrança de seus movimentos sem fôlego em cima do colo dele agora parecia um eco distante enquanto eles se sentavam na banheira em tranquilidade. Ela notou a luz do sol entrando pela pequena janela no alto da parede, lançando um brilho suave sobre eles. Pareceu-lhe estranho que estivesse mais escuro em seu sonho do que agora. O contraste entre a escuridão de seu sonho e o brilho da realidade lhe pareceu estranho, tanto literal quanto figurativamente. O raio de sol também serviu para lembrá-la de que sua vida agora lhe permitia tirar uma soneca tranquila ao meio-dia.

— Por que o olhar intenso? — A voz de Cássel, tingida de diversão, quebrou seu devaneio.

Só então Inês percebeu que estava encarando o rosto dele e murmurou:

— Eu me pergunto...

— Hmm?

— Eu me pergunto por que eu estava olhando para você desse jeito.

Suas próprias palavras faziam pouco sentido para ela. Inês estendeu a mão para acariciar a orelha dele, tingida com um tom rosado pelo calor do banho. Isso a lembrou da orelha corada do menino de seu sonho. Algo em seu sorriso também se assemelhava à expressão estranha que ela vira no rosto do garoto.

Cássel pressionou os lábios contra a têmpora dela por um momento antes de encontrar os olhos dela novamente com um olhar terno, despertando um fervor dentro dela. Esse desejo, no entanto, não tinha semelhança com a rivalidade que ela sentira em seu sonho. Naquele momento, apenas seu anseio apaixonado por ele a consumia.

Com os braços entrelaçados no pescoço dele, Inês o puxou para mais perto e avidamente reivindicou seus lábios.

✽ ✽ ✽

 Cássel sentiu os dedos dela roçarem por seus cabelos úmidos e o aperto dela aumentar enquanto o puxava para mais perto. Ele riu e enterrou os lábios na curva do seio dela, provocando o mamilo entre os dedos. A água do banho dançava ao redor de seu queixo enquanto ele se deliciava com o seio dela. Um pouco escorreu para dentro de sua boca, mas ele não deu atenção, contente em engolir ou deixar escorrer de volta para a pele dela. Inês também não parecia se importar. Arqueando as costas, ela estava perdida nas garras do prazer sensual.

Inês liberou toda a tensão de seu corpo, segurando-se em Cássel apenas com as mãos, afundando mais fundo na água calmante. Ela sabia que ele nunca a deixaria se afogar, então se concentrou na sensação dos músculos firmes das costas dele sob seu toque. Cada vez que ela torcia os quadris contra ele e cada vez que seus olhos cor de peridoto brilhavam na sombra da luz do sol da tarde, ela parecia tentá-lo ainda mais. Seus cabelos negros flutuavam preguiçosamente ao seu redor na água, atiçando o desejo dele a alturas maiores.

Não importava o quão desesperadamente ele se banqueteasse com a carne dela, seu desejo por ela só crescia. Seus braços, sustentando-a, flexionaram-se com outra onda de excitação percorrendo seu corpo.

Levantando um seio da água, ele o puxou para a boca. Ele lambeu e chupou o nó maduro do mamilo dela, como se fosse produzir leite se tentasse com força suficiente. Em resposta, Inês agarrou o cabelo dele com mais força, suas paredes internas se contraindo ao redor da ereção dele. Cássel ficou encantado ao ver a reação positiva dela, mas seu desejo permaneceu insaciável.

Seu desejo seria realizado se ela carregasse seu filho, os seios inchados de leite? Uma risada silenciosa quase escapou dele com o pensamento tolo.

Embora Inês ansiasse pela gravidez, ele considerava prematuro. A imagem da barriga redonda dela carregando o filho deles e o seio farto de leite despertou desejos proibidos dentro dele, mas o momento rapidamente se desvaneceu. 

Talvez um dia, mas ainda não, pensou ele desapaixonadamente. Cássel considerava o corpo dela frágil demais para gerar um filho por enquanto.

— Cássel... — O nome escapou dos lábios dela em um sussurro acalorado. Ele saboreou a expressão ofegante, e ela sabia o efeito que isso tinha sobre ele.

Cássel sufocou um palavrão. Ele parecia ser o único preocupado com o corpo delicado dela... Cada gesto de Inês o despia de sua contenção. Mesmo que ela parecesse estar se agarrando a ele, na verdade, ele estava segurando Inês desesperadamente, sua forma esbelta relaxada em seus braços. Sob o peso do corpo magro dela, seus bíceps se tensionaram, sempre vigilantes para garantir que ela não afundasse demais e ele não perdesse o controle.

— Não, Inês.

— Cássel...

Seu abdômen inferior roncou de excitação. Ela moveu os quadris para trás, momentaneamente soltando-o, apenas para tomá-lo de volta. Ele engoliu um gemido gutural e agarrou a cintura dela com firmeza, mordiscando seu queixo. 

Inês apenas riu.

Se ao menos ela não fosse tão delicada... Ele ansiava por prendê-la e se perder nela completamente. Embora Inês fosse mais alta do que a mulher média de Ortega e atualmente carregasse mais peso do que nunca, ela ainda parecia frágil em comparação com a estrutura robusta de Cássel.

Não importava o quanto Inês argumentasse que estava em ótima saúde, ele não conseguia afastar a sensação de que ela era tão frágil quanto um pássaro com uma asa quebrada. Quando Inês o ouvira dizer isso enquanto dormia, ela passou a mão pelas orelhas com nojo, mas Cássel manteve-se firme em sua crença.

Talvez tivesse sido diferente se ele não a tivesse testemunhado lutando para respirar. Mas ele testemunhara.

Ele também se preocupava que eles estivessem copulando com muita frequência. Sempre que ela pulava em cima dele, ele concordava ansiosamente, apenas para ser atormentado pela culpa assim que a razão retornava.

Desde a convulsão dela, ele contava os dias entre cada noite de encontro apaixonado para garantir que não colocasse estresse indevido no corpo dela. Inês protestava abertamente, mas Cássel permanecia firme. Às vezes, ele fingia concordar, levando Inês ao clímax várias vezes antes de parar pouco antes da penetração.

No entanto, ele não teve essa escolha hoje.

— Mais... — gemeu Inês. — Eu quero mais...

Cássel nunca poderia resistir a um convite aberto de Inês Valeztena.

— Já fizemos duas vezes, Inês. — Ele só teve o autocontrole para dizer tal coisa porque já gozara duas vezes. Embora sentisse que poderia gozar mais vinte vezes se não a machucasse, sabia que tinha que estabelecer um limite firme.

Inês baixou os olhos e riu.

— Então, você não aguenta outra rodada?

O golpe dela em seu orgulho mal o abalou. Ele assentiu humildemente, sabendo que ela conhecia sua verdadeira resistência muito bem.

— Você diz isso, mas posso senti-lo endurecer dentro de mim.

Na verdade, ele estivera meio ereto o tempo todo em que ela dormia em seus braços. Quando ela o beijou, ele endureceu completamente... Inês encarou a contradição nas palavras dele, mas o olhar apenas aumentou a excitação dele.

No entanto, Cássel era um homem de paciência, e os gozos anteriores lhe compraram algum tempo. Ele também sabia como cuidar de sua excitação sem sobrecarregar Inês.

— Como eu poderia não ficar duro dentro de você?

Sem vergonha, ele esfregou o nariz nos seios dela, depois os empurrou para fora da água. Ela suspirou profundamente e empurrou os lábios dele para longe.

— Se você acabou com seus negócios, apenas se apresse e saia.

— Ah, droga... Pare de mover os quadris... Não me tente, Inês.

— Estou cansada. E entediada.

— Mesmo que diga isso, não pode ferir meu orgulho.

— Escalante, estou dizendo que minhas pernas estão cansadas de se abrirem para você.

— Quanto mais você me olha com desprezo, mais excitado eu fico. Ah, talvez essa fosse sua intenção?

— Claro — assentiu Inês, sem um traço de vergonha.

Ela é tão adorável... Tão adorável que minhas partes baixas podem explodir. Até o bufo dela soava melódico, e ele não se cansava da beleza dela. Como alguém como ela poderia existir?

Ela era a única obra-prima da Duquesa Valeztena. Embora o Duque Valeztena possa ter contribuído, ele não passara pelo trabalho de parto para criar Inês, então Cássel considerava a contribuição dele menor.

Em louvor à existência de Inês, a masculinidade de Cássel continuou a inchar. Quando seus olhos perderam o foco, Inês estalou os dentes no nariz dele.

— Pare de se distrair.

— Inês, você sabe que eu só penso em você — ele respondeu subconscientemente. Antes que pudesse se ajudar, sentiu o clímax se acumular em sua virilha.

Inês zombou, mas estremeceu com a sensação da excitação dele roçando em suas paredes internas.

Ah, eu gostaria de poder engolir o rosto lindo dela inteiro.

Ele resistiu ao desejo de empurrar para cima e suspirou, mastigando as mãos dela.

— Tem certeza de que minha degradação te excitou?

— Tudo o que você faz me excita — respondeu Cássel.

— Então, vamos continuar de onde você parou.

— Mas eu só quero segurá-la em meus braços a noite toda, em vez disso. — Em contraste com sua metade inferior, sua voz gotejava romance.

Inês sorriu com escárnio.

— Mas eu não, Cássel.

A ponta do dedo dela traçou os músculos dele ao longo da espinha e agarrou seu ombro. Com a outra mão, ela traçou seu bíceps, depois desceu pelas laterais até que de repente se levantou de joelhos. Quando seu corpo saiu da água, seu cabelo molhado ficou plano contra as costas.

— Mm... Ah...

As mãos delicadas dela empurraram firmemente contra a depressão entre os músculos glúteos tensos dele, puxando-o para dentro dela. Ele penetrou o mais fundo que pôde alcançar dentro dela, soltando um gemido profundo. Inês ofegou e mordiscou os lóbulos das orelhas dele.

Você, sua maldita e adorável mulher... Valeztena, minha Inês... Até pensar no nome dela magicamente o enchia de satisfação.

Ou ela me engolirá inteiro, ou eu acabarei devorando-a até a morte. Mesmo com todo o peso dela sobre ele, ela não conseguia tomar tudo dele, então ela empurrava contra ele com os quadris. As mãos dele cobriram as nádegas dela, e ele cedeu à sua besta interior. Usando toda a sua força, ele ergueu o corpo dela e a plantou de volta em sua ereção, enquanto empurrava para cima com força ainda maior.

Água espirrou para fora da banheira. Inês balançou os quadris no ritmo e mordeu o lábio inferior dele. Ela agarrou o cabelo dele com força e exibiu toda a extensão de seu eu agressivo.

Só recentemente ela começara a mostrar esse lado verdadeiro de si mesma. Cássel engoliu seu deleite por finalmente ter a verdadeira Inês e uma pitada de inveja. Em vez disso, ele apenas soltou um gemido gutural.

Aquele bastardo devia conhecer essa verdadeira Inês o tempo todo

Seu ciúme amargo invejava algum homem anônimo que devia ter conhecido o eu autêntico e o coração dela. Aquele profundo sentimento de inferioridade se assemelhava a um plebeu invejando um herdeiro do trono ou um indigente invejando um bispo.

Mas agora, Inês estava sentada à sua frente, desejando-o em vez disso. Ela se assemelhava menos a um pássaro ferido e mais a uma leoa à espreita.

A garganta de Cássel secou, então ele tomou os lábios dela em sua boca novamente e empurrou para cima dentro dela. Ela era tudo em que ele conseguia pensar.

— Ah, Cássel... Mais, mais... Me dê mais...

— Porra, Inês...

— Apenas... Eu não quero pensar em mais nada...

Na verdade, ele queria que ela só pensasse nele. Ele não queria que ela pensasse em nada ou ninguém mais, assim como a mente dele estava sempre cheia de tudo sobre ela.

— Você está em cada pensamento meu. Você é minha obsessão — sussurrou Cássel.

Inês fechou os olhos e sorriu:

— Nada mal. — A resposta simples dela teve o poder de virar o mundo dele de cabeça para baixo.

Você sabe o quanto me controla? Sabe que minha vida depende de cada palavra sua?

Sabe o quanto eu quero que você se importe com o quanto eu dependo de você?

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