The Broken Ring
O Anel Quebrado: Um Casamento Fadado ao Fracasso
Ines Valeztena foi prometida a um príncipe desde criança, mas decide desafiar seu destino. Uma história intensa sobre orgulho, liberdade e segundas chances.
Ler mais
My Alter Ego’s Path to Greatness
My Alter Ego’s Path to Greatness
Um jovem descobre uma habilidade de clonagem incrível antes de se aventurar em mundos paralelos. Ele pode viver várias histórias em um corpo! Uma novel divertida com fantasia e reviravoltas!
Ler mais
Corporação Negra: Joseon
Um inventor obcecado por tecnologia reencarna na Dinastia Joseon como filho do Rei Sejong, o Grande. Determinado a transformar o reino com suas ideias modernas, ele inicia uma verdadeira revolução científica em pleno passado histórico — onde inovação, política e muitas horas extras mudam para sempre o destino de Joseon...
Ler mais
Diários de Uma Apotecária
Arrastada à força para o harém imperial, Maomao — uma apotecária genial, teimosa e perigosamente fascinada por venenos — só quer sobreviver quietinha até ser libertada. Mas seu cérebro afiado não sabe ficar parado. Quando começa a desvendar doenças, intrigas e mistérios que nem os médicos da corte conseguem explicar, ela chama a atenção do homem mais deslumbrante e enigmático do palácio: o eunuco Jinshi. Agora, cada passo que dá a puxa mais fundo para os segredos do império, onde uma análise errada pode matar… e uma descoberta certa pode mudar seu destino para sempre....
Ler mais
I Was The Trash - Aquele Lixo Fui Eu
Reencarnada como a vilã mais desprezada, Tullia Frazier começa do fundo do poço. Com reputação de lixo e estatísticas mínimas, ela precisa virar o jogo. Entre intrigas, aliados inesperados e rivalidades perigosas, cada decisão conta. Será que o “lixo” pode se tornar indispensável? Descubra nessa jornada estratégica e cheia de emoções.
Ler mais

Capítulo 74 — A Fragilidade de um Tolo

 Apesar da garantia confiante de Cássel, ele permaneceu dormindo profundamente mesmo após seis horas terem se passado.

Embora ele estivesse claramente apenas privado de sono, Inês não conseguiu afastar seu desconforto ao retornar ao quarto após um jantar tardio.

Memórias de uma de suas vidas passadas ressurgiram. Ela se lembrou do pai de Cássel, Juan Escalante de Esposa, falecendo durante a noite sem aviso. Ele ainda estava vivo no presente — por enquanto.

Destino semelhante se abatera sobre o Almirante Calderon, avô de Cássel. No caso dele, foi devido ao alcoolismo em seus anos finais após a amputação da perna, bem como a uma doença crônica que ele não pudera tratar durante seus anos de serviço. Mas a morte do atual Duque Escalante foi verdadeiramente imprevista.

O duque não fora oficial da marinha nem passara por muito treinamento rigoroso, mas tinha a constituição forte inerente à família Escalante, que produzira gerações de soldados ilustres. Ele não tinha doenças conhecidas e era tão contra a bebida que muitas vezes estragava qualquer jantar em que estivesse presente. Sua aversão ao álcool devia-se a ver seu pai definhar, mas ele era tão rigoroso a respeito que Inês se lembrava claramente de quão irritantemente sem tato ele era. Além disso, ele não poupava despesas quando se tratava de comer o que era bom para ele. O Duque Valeztena comentara sarcasticamente que o Duque Escalante sobreviveria aos próprios netos.

Não foi surpresa quando sua irmã, a Imperatriz Cayetana, suspeitou de assassinato por envenenamento após sua morte súbita. Ela entrara em um frenesi furioso e convocara médicos do exterior para realizar uma autópsia, desafiando as normas religiosas em Ortega. No entanto, nenhuma evidência de envenenamento surgiu. Os médicos concluíram que uma doença que ele nunca notara devia ter levado à insuficiência cardíaca.

Inês não tinha simpatia alguma pelo duque, que compartilhava um vínculo inquebrável com sua irmã. Mas ela não pôde evitar revisitar tais memórias, já que ele era pai de Cássel, e muito parecido com o padrão hereditário da calvície, doenças também podiam ser herdadas.

Inês largou o livro do qual não conseguira ler uma única palavra. A luz da vela tremeluzia, iluminando as feições esculpidas de seu marido.

De qualquer forma, até onde ela se lembrava, Cássel Escalante sempre sobrevivera, pelo menos até ela morrer. Ele estava vivo quando ela morreu aos vinte e seis anos e quando ela morreu aos vinte.

Mas ela sabia muito bem que isso não garantia nada. Muitas coisas já haviam mudado na vida dele, sendo a presença dela ao seu lado a maior diferença. Não havia como ele simplesmente voltar à estaca zero se ela se retirasse da equação.

Uma dor desconhecida agarrou seu coração com o mero pensamento de partir — esta casa, seus ocupantes e seu marido deitado bem na frente dela, tudo girava em sua mente como uma pintura distorcida.

Seus pensamentos agora tinham substância. Não eram mais meras palavras fugazes ou casas vazias de um tabuleiro de xadrez. Não parecia mais que ela estava traçando um curso para seu próximo destino em um mapa. Ela se sentiu tola por perceber isso só agora.

Suprimindo o nó na garganta, Inês olhou para Cássel. Independentemente de seus planos, fazê-lo acordar era sua prioridade agora. A percepção de que tudo estava errado desde o início parecia distante demais para contemplar; nada no mundo parecia mais importante do que Cássel Escalante recobrar a consciência.

Enquanto os olhos de Inês repousavam em Cássel na cama, a imagem do homem de seus sonhos invadiu seus pensamentos, deixando-a inquieta. A semelhança era estranha; Cássel nunca parecera tão frágil. Antes daquele sonho, ela nunca associara Cássel Escalante ao conceito de morte.

Era estranho. O Escalante em seus sonhos fora tão robusto e resistente quanto aquele diante dela agora, e ainda assim parecia que ela encontrara alguém que morrera. Será que ele...? Inês balançou rapidamente a cabeça para o pensamento mórbido que se insinuava em sua mente. Não, não podia ser.

Enquanto continuava a observar o rosto dele, notou uma melhora acentuada em sua tez, diferente de momentos atrás. Sim, este é um Cássel diferente, ela afirmou para si mesma.

Seus olhos fundos voltaram ao foco. Ela se inclinou para mais perto, apoiando um joelho na borda da cama grande, e estendeu a mão para a testa dele. Afastando gentilmente sua franja macia, ela colocou a mão contra a pele dele.

Sua febre havia desaparecido completamente.

De repente, as palavras dele ressoaram em sua mente.

"Não consigo imaginar o quanto devo tê-la irritado."

"Ou o quão pouco você deve se importar comigo."

"Ou o quanto você deve me desprezar."

"Isso soa como se você não pudesse me dar nenhuma atenção."

Estava claro que ele agonizara com esses pensamentos até que eles o sobrecarregaram. Enquanto ela o observava dormir pacificamente, a lembrança de sua expressão frágil e quebrada voltou com força.

— Inês, não é com aquelas mulheres que você não se importa; é comigo — ele dissera a ela, fixando nela um olhar tão frágil e vulnerável como se ele fosse o encurralado em um beco sem saída.

Ao refletir, Inês percebeu que testemunhara muitos de seus momentos vulneráveis. Não era totalmente irracional da parte dela perceber este homem alto e bem constituído como tão frágil quanto um vidro delicado que poderia se estilhaçar facilmente sob pressão. Ou, ela considerou, talvez ele fosse rígido demais, como uma árvore que inevitavelmente se quebra sob tensão.

"— A única pessoa com quem você não se importa sou eu. Não é verdade? — perguntara ele, a dor evidente em seus olhos. — Por que ficar com um homem como eu, mesmo quando o amor não nos une?"

Cássel já havia se despedaçado uma vez naquele dia. Seus olhos estavam desprovidos de vida, e ainda assim ele voltara para ela apenas para limpá-la.

Que tolo, ponderou Inês. Ela queria um pedaço de trapo usado, um homem sem amarras, não um tão cegamente devotado a ela que fazia algo em seu coração doer.

Ele era um suposto libertino, mas possuía uma inocência e doçura peculiares que lembravam Emiliano. Ele a olhava da mesma forma que Emiliano olharia — como se ela fosse seu mundo inteiro.

Inês jurara nunca mais viver com um homem assim. Ela não sentia falta da sensação de borboletas no estômago daqueles anos passados. Ela queria evitar aquela ansiedade, sentindo-se inquieta com a ternura desconhecida em seu coração, algo que não lhe caía bem.

E, no entanto, aqui estava ela, repetindo o mesmo erro. 

Como chegamos a isso? ela se perguntou com um sorriso autodepreciativo, acariciando gentilmente a cabeça dele com a mão que pousara em sua testa.

— Talvez aquele charlatão estivesse certo sobre você sofrer uma cãibra cerebral — ela sussurrou.

Porque eu o incomodei desnecessariamente com esses assuntos. Porque eu interferi em sua vida e o desviei do caminho.

Seu sussurro lentamente trouxe Cássel de volta à consciência.

— Inês? — ele murmurou, seus olhos sonolentos se iluminando assim que pousaram nela. — Por que você está aqui? Eu disse a Ballan para...

Ela sentiu uma mistura de ternura e frustração. Por um capricho, Inês se inclinou e o beijou.

Inês inclinou a cabeça para sugar os lábios de Cássel em um abraço suave. Seus lábios separaram os dele, mas ele permaneceu congelado no lugar, perplexo como um menino experimentando seu primeiro beijo. Seus olhos azuis, arregalados de espanto, falharam em apreciar totalmente a intimidade. Suas mãos jaziam imóveis, incapazes de puxá-la para mais perto ou empurrá-la para longe. Imperturbável, Inês enterrou os dedos no cabelo dele, apertando o aperto em seu cabelo e persuadindo seus lábios a se abrirem mais.

Suas respirações se misturaram, línguas se entrelaçando em uma dança de paixão. Sentindo o joelho escorregar pelos lençóis, Inês transferiu seu peso para a cama. Ao se inclinar para frente, seu seio pressionou levemente contra o ombro dele, e seus quadris se ergueram mais alto no ar. Cássel, incapaz de resistir, estendeu a mão para agarrar as nádegas dela, puxando-a para mais perto até que seus corpos se moldassem perfeitamente.

Deitados lado a lado, seus olhares se encontraram em uma troca silenciosa. O hálito de Inês aqueceu os lábios de Cássel enquanto ela murmurava suavemente:

— Estou pegando de volta.

Cássel deu outro beijo nos lábios dela e perguntou:

— Pegando o que de volta?

— Sua febre, seu resfriado — qualquer doença que o afligiu.

— Mas estou totalmente recuperado agora.

— Estamos quites.

— Você não me devia nada.

— Devia — disse Inês. — Você me fez dever a você.

— Talvez suas orações tenham sido atendidas. Você não rezou para que seu marido suportasse sua doença?

Com um leve empurrão do dedo indicador contra a testa de Cássel, ela retrucou:

— Eu nunca rezei por tal coisa.

Cássel murmurou, meio distraído:

— Espere... Isso não é um sonho?

— O quê?

— Inês, você é real?

Inês o encarou em resposta, e Cássel piscou, confuso. Ele a empurrou de seus braços, suas palavras tropeçando.

— Espere, não. Ainda não. Eu não posso... Mas você... Você realmente me beijou? Espere, você iniciou? E isso não é apenas um sonho? Isso é real, não um fruto da minha imaginação? Ou talvez tenhamos nos beijado, mas minha mente me enganou fazendo-me acreditar que você deu o primeiro passo?

Observando-o lutar para controlar seus pensamentos em espiral, Inês se preocupou que isso pudesse desencadear outro ataque de febre. Depois de toda a ansiedade que ela suportara por causa dele, a irritação borbulhou com sua resposta desconcertada.

Embora ela estivesse tentada a dizer-lhe que ele estava apenas sonhando e insistir para que voltasse a dormir, Inês resistiu ao impulso e respondeu:

— E se isso não for um sonho?

Cássel ponderou por um momento antes de perguntar:

— Maso disse que eu tenho uma doença terminal?

A carranca de Inês se aprofundou. Ela considerou a possibilidade de que o diagnóstico do médico pudesse estar correto. Talvez ele não fosse um charlatão, afinal.

— Não? Então, o que há de errado?  Cássel parecia confuso.

— Escalante... Você parece ter um talento para me irritar — observou Inês enquanto agarrava o braço flácido dele e o jogava para longe. No entanto, provou-se pesado demais para ela, aterrissando pesadamente no lençol a meros centímetros dela.

Cássel pareceu imediatamente desanimado.

— Eu sei... Devo ter decepcionado você mais cedo. Sinto muito.

— Eu nunca quis dizer...

— Depois de toda a bagunça que criei antes de nos casarmos, manchar sua reputação ainda mais sendo um fraco... Sinto muito por ser um marido tão miserável...

Antes que ele pudesse terminar a frase, Inês pulou em cima dele e capturou seus lábios, canalizando sua frustração e arrependimento em um beijo fervoroso.

Mais uma vez, Cássel congelou, atônito com a nova expressão de emoção dela. Parecia que ele estava finalmente vendo o verdadeiro eu dela pela primeira vez, com as camadas descascadas.

Suas mãos agarraram os lençóis, dividido entre a agonia de não poder segurá-la e sua razão insistindo para que a empurrasse. Mas ele não conseguia se forçar a fazer isso, muito parecido consigo mesmo em seus sonhos eróticos que outrora o atormentavam. Quando suas cabeças se cruzaram e seus lábios se separaram por um segundo, ele soltou um gemido profundo e involuntário.

Sentada sobre o corpo firme dele, ela baixou os quadris e pressionou contra a virilha dele. Antes que ele pudesse se conter, sua ereção a cumprimentou e suas mãos alcançaram a cintura dela. Ela mordeu os lábios dele e tomou sua língua na boca.

Sufocando um gemido, Cássel disse:

— Nunca imaginei que diria isso a você, mas... Hoje não. — Ele usou cada grama de força de vontade em seu corpo para soltar a cintura dela. Sua esposa nunca saberia a batalha interna travada dentro dele para resistir a ela agora.

As nádegas de Inês se afastaram do volume dele para a relativa segurança de suas coxas. Ele podia sentir a pressão da carne macia dela pressionada contra seus quadríceps flexionados. Pernas bem abertas, a virilha dela estava em plena exibição para ele. Infelizmente, ele podia sentir cada sensação através do tecido de seu uniforme, e sentiu a tempestade de desejo rugindo dentro dele, ameaçando sobrepujar sua determinação.

Cássel cerrou a mandíbula para sufocar as maldições e afastou o corpo dela.

— Vá.

Apesar de sua determinação férrea, seus olhos viajaram para os joelhos dela, totalmente expostos com a barra do vestido amontoada ao redor deles. Ele notou que ela não estava usando calçolas. De alguma forma, a visão dos joelhos nus dela era tão excitante quanto a dos seios nus.

Incapaz de tirar os olhos dos joelhos dela, ele disse:

— Sinto muito que a residência seja tão pequena. Além deste quarto, não há lugar adequado para você esta noite, então você deve dormir em outro lugar. Mandaremos higienizar este quarto pela manhã.

— Eu poderia passar a noite no escritório.

— Inês, aquilo dificilmente é um lugar para um descanso adequado. Organizei outro lugar para você. Um dos oficiais se aposentou e deixou uma residência. O interior é até melhor que o nosso at...

— Ah, você está falando do lugar dos seus dias de solteiro? — Inês o interrompeu. — Lá não é propriedade dos Escalante?

Os olhos de Cássel finalmente encontraram os dela, mas apenas o silêncio se seguiu. Ele não conseguia expressar nenhuma das perguntas que giravam em sua cabeça.

Inês estalou a língua em leve repreensão, colocando a mão na testa dele.

— Pare de pensar tanto. Você vai ter febre de novo.

Apesar da voz gentil, Cássel não encontrou consolo nas palavras dela, lutando para acompanhar seu raciocínio.

— Cássel, eu sei onde você morava. Na verdade, passei por lá algumas vezes, mas prefiro este lugar.

Na mente dele, a preferência dela pela residência atual significava uma afeição mais profunda pela vida compartilhada. Sem mencionar a magnanimidade dela em perdoar seu engano sem zombar de sua intenção tola. Palavras não podiam expressar sua alegria naquele momento.

Corando em um vermelho carmesim, ele percebeu que havia revelado inadvertidamente seus verdadeiros sentimentos. Isso era ainda mais embaraçoso do que o volume flagrante forçando contra suas calças. Ele não conseguia esconder nenhum de seus sentimentos por ela, do mais puro ao mais feio.

Nascido e criado com alto status, Cássel Escalante acostumara-se à atenção e raramente se sentia envergonhado. Mas agora, sentia uma timidez desconhecida rastejando sobre ele, como se tivesse sido pego nu em público. Ele se perguntou se ainda estava sonhando ou se sua mente estava pregando peças nele. Estranho, ele ponderou, como suas bochechas queimavam embora sua febre tivesse diminuído.

— Eu disse, pare de pensar. — Inês riu suavemente. — A julgar pelas suas partes baixas, você parece totalmente recuperado. Não precisa se preocupar em eu pegar nada de você.

Atônito com a dedicação dela à união deles, Cássel perguntou:

— Então... você vai me permitir dormir com você esta noite?

Inês assentiu.

— Sim. Nunca fui fã de camas estranhas.

Embora a resposta dela não fosse exatamente o que Cássel esperava, ele não pôde deixar de sentir uma pontada de antecipação enquanto ela se levantava graciosamente da cama.

— Inês? — ele perguntou esperançoso.

Ela olhou para a ereção dele e respondeu:

— Você pode cuidar disso sozinho perfeitamente bem, como já demonstrou antes. — Ela então acrescentou: — Preciso falar com Alfonso sobre mudar as reuniões de amanhã.

— Você... vai realmente me abandonar assim? Depois de me deixar excitado?

— Então, o que eu devo fazer? Dar minhas roupas íntimas para te ajudar?

— Você daria? — perguntou Cássel, incapaz de esconder sua esperança novamente.

— Você ficou louco? Apenas termine isso sozinho. — Inês estalou a língua em desaprovação e saiu do quarto.

Apesar do conselho de Inês para cessar seus pensamentos incessantes, a mente de Cássel recusava-se a se aquietar. 

Talvez homens frágeis e inexpressivos tenham um charme peculiar para ela, ele especulou. Mas por que ela seria atraída por tal homem? Bem, cada um tem suas preferências; talvez essa fosse a dela. Se fosse assim, ele teria que fazer algo sobre sua saúde robusta... mas como?

Ele estava ansioso demais para analisar o que levara ao triunfo inesperado de hoje e tinha pouco espaço para qualquer outra coisa.

Como ele poderia desenvolver febre com mais frequência e parecer doente? O que ele poderia fazer para diminuir sua estatura impressionante? Não importava o quanto quebrasse a cabeça, nada lhe vinha à mente.

Após sua análise infrutífera, Cássel se viu sofrendo de dor de cabeça quando Inês voltou para o quarto.

🏠 Início

Comentários

Postar um comentário