Capítulo 11 — Tortura silenciosa
Era um dia que parecia uma verdadeira maldição.
Porém, a verdade é que ninguém o havia amaldiçoado; por isso, Cássel contava ansiosamente os dias que restavam de suas férias.
Se alguém ousara lançar um feitiço sobre ele, fora ele próprio, ao permitir que uma mentira tão desnecessária e bizarra ganhasse vida em seu sonho. Não havia a quem recorrer, e a perspectiva de se livrar daquela obsessão parecia cada vez mais distante. Cássel sequer tentou novos encontros casuais.
Não por ter perdido a vontade de resistir à Inês de seus delírios, mas porque precisava decidir, racionalmente, que tipo de justificativa daria para salvar sua própria reputação.
Três fracassos seguidos já eram perigosos o suficiente. Agora, sua única alternativa era consolar-se com a desculpa de que "simplesmente não estava no clima porque seu orgulho fora ferido".
A cabeça de Cássel enchia-se de pensamentos esperançosos e teorias produtivas de que seu retorno à Costa de Calstera seria a salvação. Ele acreditava piamente que, assim que estivesse fisicamente distante de Inês Valeztena, uma sensação de estabilidade e normalidade retornaria naturalmente à sua mente perturbada.
"… Preciso ir embora de Mendoza pelo menos um dia antes."
A este ritmo, ele temia que, a qualquer momento, acabaria de joelhos no salão da Casa Valeztena, implorando àquela noiva vestida como um corvo: 'Eu sei que é precipitado e rude antes do casamento, mas, por favor, só uma vez, deite-se comigo...' Só de imaginar a cena, seu rosto ardia de vergonha.
Mas, por outro lado, sentia que seria perfeitamente capaz de implorar se houvesse a chance dela apenas concordar com a cabeça.
Cássel olhou para o assento vazio ao seu lado com um suspiro tenso.
O convite do Marquês de Vicente para que o jovem casal assistisse ao concerto lado a lado acabou em uma rejeição parcial, como de costume. O resultado natural foi que ele compareceu sozinho, e sua noiva não.
Desde a infância, Inês agia movida apenas pelo mínimo necessário. Eventos sociais eram, para ela, simplesmente entediantes. Seu comportamento desdenhoso de sequer cogitar se mover a menos que fosse convocada pelo palácio imperial — e as vezes recusar até mesmo a isso — já era de conhecimento público.
A ironia era que todos continuavam a convidá-la enquanto resmungavam: "Vejam que audácia", simplesmente porque o valor de qualquer evento aumentava drasticamente devido à sua escassa presença.
E como ela desobedecera às expectativas do Marquês de Vicente, Cássel teve que inventar uma mentira polida para justificar a ausência de Inês, cujos reais motivos ele desconhecia. Embora, no fundo, ele achasse melhor assim. Era preferível mentir a ser torturado ao lado dela.
Por que os homens tinham mentes e corpos que funcionavam em frequências tão distintas?
Sua razão o advertia para não enlouquecer mais do que já estava, já que aceitar aquela obsessão por Inês Valeztena seria o ápice da insanidade; contudo, seu corpo clamava por invadir a propriedade dos Valeztena a qualquer momento e rasgar aquele vestido preto e odioso de sua prometida. Ele queria ver a ruína tomar conta daquele rosto tão polido. Queria devorar os lábios que se atreveram a dizer que não gostavam dele. Queria confirmar se a nudez dela correspondia à do seu sonho……
"… Isso está ficando perigoso demais."
Perigoso. Era uma ameaça em todos os sentidos. Se não fosse pela burocracia de sua transferência como jovem herdeiro do duque, ele já teria retornado a Calstera para enterrar a cabeça na rotina da guarnição militar.
Cássel cerrava os dentes, fingindo prestar atenção à performance ao piano da jovem filha do Marquês de Vicente, que se apresentava ao lado de grandes músicos. Ele sequer deveria ter vindo. Olhar para o assento vazio de Inês parecia apenas reviver sua imaginação profana.
Imaginava-se, por exemplo, ajoelhado aos pés dela enquanto ela se sentava nobremente para ouvir a música. Ele ergueria o vestido dela, afundando o rosto entre suas pernas… Acariciando sua esposa secreta e implorando como um cão: Por favor, só uma vez…
"… Que merda, por que estou implorando de novo? Eu nem sequer…!"
Cássel suspirou e apoiou a testa na mão, exasperado com o rumo de seus pensamentos, que agora estavam completamente corrompidos. Bem, ele precisava reavaliar a situação friamente.
A noite de núpcias certamente chegaria um dia. Em um futuro não muito distante. E eles seriam obrigados a compartilhar o mesmo aposento pelo resto de suas vidas. Os Escalante viviam assim, mesmo quando não havia amor. Era o destino perfeito... Não, não, não! Por que ele precisaria implorar para dormir com ela apenas uma vez se o futuro se encarregaria disso naturalmente?
Cássel tentou adotar uma postura audaz.
Primeiro, o casamento era inevitável; segundo, ele implorar? Para Inês? Aquilo era um contrassenso absoluto. E terceiro, Inês Valeztena teria que se deitar com ele de qualquer maneira, gostasse ou não. Para sempre. Até a morte. Seria até entediante.
Ao contrário do que sempre imaginara como um futuro de privação e monotonia, a perspectiva agora não parecia tão ruim. E foi exatamente aí que o orgulho de Cássel foi golpeado. No fim, não importava o quanto tentasse se controlar racionalmente, a luxúria que sentia por Inês parecia uma engrenagem quebrada em seu baixo-ventre que não podia ser consertada.
Ele se recusava a admitir.
"Por que logo ela…?"
— Sinto muito pelo atraso.
Cássel virou a cabeça rigidamente ao som daquela voz e encarou o assento ao seu lado.
— Eu pretendia chegar a tempo, mas Luciano……
Inês manteve os lábios cerrados, alheia ou indiferente à forma como as pessoas ao redor reagiram à sua aparição repentina, desviando os olhares do palco para cochichar.
Mas Cássel não conseguiu fechar a boca, que se entreabriu ligeiramente enquanto ele a fitava. Seu coração começou a bater com uma violência avassaladora, como se estivesse prestes a quebrar. Ele devia estar tão consumido pelo próprio cio que já não conseguia distinguir a realidade da fantasia.
O peito latejava ao ritmo de seu desejo. Era isso. Ele perdera a cabeça.
Desconcertado, Cássel desviou os olhos do rosto dela e empalideceu ao se flagrar imaginando a própria cabeça sob o dobradinho daquele vestido, apenas por olhar para a barra do tecido.
Sim, ele estava enlouquecido.
Nesse momento, a mão de Inês moveu-se suavemente, indicando que ele voltasse a olhar para a frente. Maldita seja, essas mãos nem sequer estão usando luvas……
— … Por que você está aqui? — Cássel perguntou em um sussurro tenso, se obrigando a manter os olhos fixos no palco.
Inês abriu seu leque e respondeu no mesmo tom discreto:
— Vim porque sabia que o senhor estaria aqui.
— O que isso significa... Merda— Cássel interrompeu a si mesmo antes de investigar mais. Enterrou as unhas na palma da mão para conferir se não estava sonhando. A dor aguda era um lembrete de que ele não estava confundindo a realidade com a fantasia.
Se dependesse de sua vontade, ele não veria Inês até o término das férias; mas, diante daquela inevitabilidade, ele alimentou uma ponta de esperança: a realidade precisava ser diferente do sonho. Afinal, a Inês de seus delírios era tão glorificada, lascívia, vulgar e sedutoramente exagerada que, ao se deparar com a Inês real, ele certamente se sentiria profundamente decepcionado e seu corpo finalmente se acalmaria.
No quarto, é claro, era necessário sentir uma dose moderada de desejo para garantir a sucessão dinástica… Manter a dignidade com moderação não seria o ideal? Qualquer coisa era melhor do que aquilo.
— Senhor, por favor, contenha-se e aja com a dignidade adequada em público — murmurou ela sem deixar despercebido seu palavrão.
Sim, dignidade. A palavra que Inês gravara em sua mente desde a infância.
Cássel jamais experimentara dias tão dominados pela luxúria. Ele vivera a vida inteira sem conhecer a privação ou a fome de qualquer natureza. Tudo lhe era entregue antes mesmo que desejasse. E, antes que ele pudesse cobiçar qualquer mulher, elas o desejavam primeiro.
Não houvera experiências ou amantes inesquecíveis naqueles dias de calmaria, pois não havia razões para entregar seu coração a mulheres com quem jamais se casaria. Contrariando a avaliação severa de seu primo Óscar, Cássel fora extremamente racional desde a juventude. Portanto, de certa forma, era uma sorte que a protagonista de seus sonhos vulgares fosse a mulher com quem subiria ao altar.
Contudo, o fato de se sentir encurralado àquela condição — a de ser obrigado a admitir: "Não tenho escolha a não ser viver assim porque meu corpo não reage a nenhuma outra mulher" — em vez de simplesmente aceitá-la como sua esposa por dever, era profundamente perturbador. Era uma afronta à sua liberdade de escolha e à sua capacidade.
Ele deveria ser capaz de se deitar com quantas mulheres quisesse, limitado apenas por sua própria vontade, e não por uma espécie de bloqueio moral ou uma fidelidade aristocrática involuntária……
— Peço desculpas pelo que aconteceu da última vez — disse Inês. — Não consigo imaginar por quê, mas você parecia chocado.
Sua reação imediata foi querer perguntar: "Por que eu estaria chocado pelo fato de você não ter nenhum sentimento por mim?" Engoliu o sarcasmo e tentou, em vão, pensar em uma resposta mais apropriada. Tudo o que conseguiu foi lançar um olhar para os músicos à sua frente.
— Por isso pensei que deveria vê-lo novamente antes de você retornar ao seu posto — acrescentou ela. — Devemos esclarecer qualquer mal-entendido.
Ela dissera apenas que não gostava dele. Que, por essa razão, não valia a pena o esforço de cobrá-lo. Que sua traição não merecia o empenho de uma execução… Havia algum mal-entendido ali?
Cássel respondeu com um semblante duro:
— Certamente você não precisava vir a este concerto só para falar comigo — disse ele, com uma calma forçada.
— Bem, caso contrário, teria que marcar outro encontro, o que parecia desnecessário.
— …
A sensação foi a de ser golpeado na cabeça mais uma vez. Mas, desta vez, com uma barra de ferro.
— Ah, você achou que eu não valia o esforço? — retrucou.
—Não, não há muito o que conversar, de qualquer forma, então não valeria nosso tempo... Estou ofendendo o senhor, de novo?
— Por que você voltou a me chamar de "Senhor"?
— Prefere que eu o chame de Capitão Escalante?
— É desconfortável. Toda essa formalidade, não faça isso. Parece que sou o único aqui que está agindo sem cortesia.
— O que há de errado?
— Finalmente, você ouve.
Inês franziu a testa.
— Por que está sendo tão desafiador hoje?
Para Cássel, estava se tornando uma tarefa hercúlea não imaginar o corpo dela desprovido de vestes. Ele sentia como se sua mente estivesse sob um impacto contínuo desde que ela se sentara ali. Obviamente, era tudo o que conseguia pensar.
— Escalante?
Como se tentasse decifrar a expressão no rosto de Cássel, Inês inclinou a cabeça na direção dele. Seu rosto parou a um palmo de distância do dele. Sem qualquer aviso.
Nesse exato instante, a respiração de Cássel travou por completo.
Naquele momento, percebeu que ela era ainda mais bela pessoalmente do que em suas fantasias.
Inês examinou o rosto de Cássel para tentar entender o que havia de errado.
— Está sentido-se doente, Escalante?
"Oh, sim."
✽ ✽ ✽
A chuva caía sem cessar desde a noite, e a carruagem da família Escalante agora enfrentava dificuldades ao passar pelas poças na estrada.
Cada vez que as rodas batiam em um solavanco, a frágil forma de Inês estremecia com o impacto.
Normalmente, Cássel teria sido rápido em repreender o cocheiro, apenas para culpar alguém pelo desconforto. Desta vez, ele estava tão absorto em seus pensamentos lascivos que nem prestava atenção ao cocheiro. Mal conseguia desviar os olhos do peito dela. Ao observar sua carne reagir aos solavancos, não conseguia impedir que a imagem de seus seios pálidos balançando ao ritmo de seus impulsos voltasse à sua mente.
— Você tem agido de forma muito estranha desde cedo, Escalante — disse Inês, examinando cuidadosamente o rosto dele.
Cássel, que estivera encarando o decote do vestido dela sem perceber, forçou-se a erguer o olhar.
A lembrança do sonho em que ela subia em seu colo, com o corpo cavalgando ritmicamente sobre o dele enquanto seus seios alvos balançavam diante de seus olhos, recusava-se a desaparecer. Aquilo o atormentava. Um demônio.
"Eu certamente fui possuído por um demônio."
Ter a Inês real bem ali, diante de si, e continuar naquele estado... Ele sentia que estava enlouquecendo. Teve uma vontade quase violenta de esmurrar a própria masculinidade, que de repente pesava de forma tão nítida entre suas pernas.
Enquanto isso, aguardando uma resposta, Inês o chamou novamente:
— … Escalante?
Aquela voz que não sabia de nada, aquele rosto que ignorava tudo... Diante de tanta inocência, a culpa de Cássel multiplicou-se exponencialmente. Ele esfregou o rosto pálido e exausto com crueza, cerrou os dentes e passou a encarar a janela.
— … Não é nada. Nada.
Ele não era um adolescente desesperado por sexo, nem um pervertido que passava o dia inteiro pensando naquilo... Ou será que era? Cássel autoavaliou-se com amargura. Sua noiva, com quem ele sequer havia tocado um dedo na vida real, sofrera todo tipo de profanação em seu sonho e, assim que abrira os olhos, ele se masturbara pensando nela.
"Eu sou um pervertido patético, consumido pela própria abstinência. Um tarado que só pensa nisso o dia todo..."
Uma onda de miséria o inundou.
Nessa primeira grande humilhação de sua vida, seu ego orgulhoso despedaçou-se. A sensação era a de ser o homem mais invejado do império e, da noite para o dia, ruir por completo, transformando-se em um mendigo maltrapilho vagando pelas ruas.
Cássel cobriu o colo com uma almofada próxima para esconder a ereção. Ele segurava o tecido de veludo com força mortal para se controlar. Em seguida, compôs o rosto para mostrar a Inês que estava tudo perfeitamente bem.
— Tem certeza que não aconteceu, alguma coisa?
Ela não parecia convencida.
— Sim. Quer dizer, não... nada...
Inês franziu o cenho, um tanto relutante. Cássel sentiu a nuca esfriar com a suspeita de que ela pudesse estar percebendo seu estado.
"Não, é impossível."
Inês Valeztena não fazia a menor ideia de como funcionavam os assuntos entre homens e mulheres. Sendo uma criatura que detestava interações sociais e mantinha distância das pessoas, o desejo carnal de um homem era algo que ela provavelmente jamais cogitaria em toda a sua existência.
Ainda assim, aquilo era uma tortura terrível. Se qualquer pessoa — e especialmente Inês Valeztena — descobrisse aquilo, seria o mesmo que ser enterrado vivo em uma tumba. Cássel ignorou o restante das poucas tentativas de conversa dela, torcendo impacientemente para que o cenário fora da janela mudasse logo para a residência do Duque de Valeztena.
Contudo, quando a carruagem finalmente parou, foi diante dos portões da residência do Duque de Escalante.
— …
Enquanto Cássel duvidava dos próprios olhos, as enormes portas da propriedade se abriram. A carruagem avançou rapidamente pelos jardins dos Escalante e, em um instante, freou diante da entrada principal da mansão.
— … Mas que inferno……
Pensar que até mesmo o cocheiro era um estúpido o deixou à beira de um ataque de nervos. No momento em que Cássel respirou fundo e estendeu a mão para abrir a janela e esbravejar com o funcionário, Inês o interrompeu:
— O que está fazendo?
— …?
— Não vai descer primeiro para me ajudar a sair?
Sentada na borda do assento, já perfeitamente preparada para desembarcar, Inês perguntou como se estivesse ditando uma ordem de rotina. Cássel a encarou, desconcertado. Ele recolheu a mão da janela, abriu a boca e disparou:
— Esta não é a sua casa.
— Eu sei. Eu também posso ver pela janela.
— O cocheiro não entendeu minhas instruções. Tenho certeza de que ordenei que fôssemos primeiro para a propriedade dos Valeztena.
— Fui eu quem ordenou que viéssemos para a dos Escalante.
— …
— Afinal, nós não conseguimos conversar direito no concerto.
A audácia dela era desconcertante. O fato de até mesmo os funcionários dos Escalante obedecerem mais prontamente aos comandos de Inês do que às ordens de seu próprio jovem mestre era de cair o queixo. Cássel esfregou o rosto, exausto.
— Por que isso de repente?
Desde quando ela tinha qualquer interesse na forma como o noivo vivia? Será que ela guardava um talento especial para encurralá-lo e atormentá-lo justamente nos momentos mais críticos? Ele soltou um suspiro pesado.
Quanto mais ele tentava não pensar naquilo para não ser descoberto, mais sentia sua masculinidade intumescer. Se entrasse no salão acompanhando sua noiva ostentando uma ereção evidente, deixaria uma memória traumática e indelével na mente de todos os criados.
Tentando sufocar o impulso de sua virilha, Cássel começou a listar mentalmente as coisas mais anti-eróticas que conhecia: monges enclausurados, orações fúnebres, pedaços de carne ensanguentada no açougue, a fuligem negra do chão de uma forja, o odor lúgubre de álcool em um hospital militar de campanha... Mas, como uma piada de mau gosto, a única imagem que permanecia nítida diante dele era a de Inês.
— Escalante, eu sei perfeitamente que você não está muito satisfeito com isso, mas…
— Inês, não é que eu esteja insatisfeito.
O problema era que a situação atual era perigosa e aterrorizante em muitos níveis. Incapaz de compreender o duplo sentido da fala dele, Inês apenas deu de ombros com indiferença.
— Então estamos de acordo. Por que não desce primeiro? Esta carruagem é alta demais para eu descer sozinha.
Ainda encarando-a com profunda suspeita, ele finalmente cedeu e saltou do veículo. Afinal, desde a infância, ele estava habituado a acabar fazendo exatamente o que ela queria. Como mandava o protocolo, Inês segurou a mão que ele lhe estendeu e desceu com elegância. Em seguida, de forma natural, ela enlaçou levemente o braço no dele.
— Não vamos entrar?
— … Vamos.
Aquilo era tortura. Uma tortura dolorosa e refinada.
O toque sutil do braço dela parecia queimar através do tecido de sua farda. Ele tentou afastar o braço de leve para diminuir o contato, mas o movimento foi corrigido imediatamente por Inês, que prezava pela postura e pelo ângulo digno da aristocracia.
Maldita seja. Maldita Inês Valeztena…
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